África. O primeiro continente. Localizada no centro do mapa-múndi, transpassada pelo Meridiano de Greenwich e a Linha do Equador. Local de origem de toda espécie humana. Hoje a África sofre com muitos problemas que são reflexos de vários aspectos, por exemplo, o tipo de colonização. O continente, de maneira geral, sofre preconceito, todos têm uma visão genérica da África, onde todas as suas particularidades são ignoradas, sua diversidade cultural praticamente desconhecida, apresentando simplesmente a África negra, pobre e faminta. Neste texto apresentaremos uma visão sobre a África atual, suas riquezas e os problemas enfrentados pela mesma.

Economia

A economia africana é basicamente agrícola, os africanos são em sua maioria pastores e agricultores. O PIB total de todo continente africano corresponde a apenas 1% do PIB mundial e participa de apenas 2% das transações mundiais. A produção africana é voltada em sua quase totalidade para exportação, o plantation, caracterizado pela monocultura, uso de tecnologia e onde os melhores solos são destinados à produção para exportação, enquanto os piores para a produção destinada à população, que em sua maioria passa fome. Porém há aqueles que vivem da agricultura de subsistência, onde não se obtêm lucro.

Em virtude de a África ser o continente mais pobre do mundo quando se diz respeito à economia, algumas partes do continente conquistaram seu espaço no mercado com a economia voltada para o comércio, indústrias e recursos do povo africano. Não é um ganho muito significativo para quem vê de longe, mas de muito valor para os internos. Imaginemos como seria ser um dos países mais ricos da África, mas mesmo assim continuar na pouca renda, se comparado com os outros países. É o caso da África do Sul, que sozinha contribui com um quinto do PIB africano.

O principal bloco econômico é o SADC, Southern Africa Development Community, no inglês, traduzida como Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral, composta pela Angola, Botswana, Congo, Lesoto, Madagáscar, Melawi, Maurícia, Moçambique, Namíbia, Suazilândia, Tanzânia, Zâmbia e finalmente Zimbawe, com sede em Gaborone, na Botswana. Exemplificando o título, o bloco tem como meta aumentar o índice de desenvolvimento da África Austral. Devido ao atraso econômico e a ausência de um mercado que possa consumir, a África se prontifica em segundo plano em todo o mundo. A África não cresce economicamente, e quando isso ocorre logo se retarda o crescimento, que, em pouco tempo, se torna nulo. Por esse motivo, o continente tem uma relação complicada com o mercado exterior. Essa pobreza se estabilizou de forma lenta, vinda desde a colonização africana, e seus reflexos hoje se marcam na violência, pouca esperança de vida e muita instabilidade. A miséria extrema também se remete na área da saúde, uma vez que, na África, residem quase que dois terços dos portadores de HIV, em dados globais; não há tratamento específico em alguns países.

Mesmo com as veementes tentativas de improvar o crescimento econômico africano, alguns dados relatam que, nessa mesma área, algumas partes da África tem crescido rapidamente. Em 2007, Mauritânia ocupava o posto de país africano que teve mais êxito e estabilidade no crescimento, com a porcentagem de 19.8%, seguida pela Angola, Sudão e Moçambique.

Caracterizada pelo subdesenvolvimento, a esperança de que, um dia, a África pode se tornar uma nação desenvolvida é ausente por ali. A situação se agrava por conta da elevação nos índices de pobreza, seguidos pela taxa de natalidade que só se torna pior.

Fome, a África generalizada

A desnutrição é uma das principais causas de morte na África Subsaariana, só no ano de 2010 morreram oito mil crianças. A desnutrição é uma doença muito associada a pobreza, e uma das causas da fome na África é o auto valor dos suprimentos. Dos trinta países mais pobres do mundo vinte estão situados na África.

A desnutrição é uma doença causada pela falta de nutrientes essenciais para uma criança em seu desenvolvimento, essa doença pode começar enquanto a criança ainda é um feto, pois a mãe não consegue se nutrir e nutrir o seu filho. Muitas crianças africanas também não recebem o leite materno, outro alimento essencial para um recém nascido. A consequência dessa doença é que a criança pode vir a ter deformidades e ter uma baixa expectativa de vida.

Essa realidade se aglomera nos países: Etiópia, Moçambique, Angola, Somália, Sudão e Libéria. O número de crianças subnutridas subirá 18% em 2020 de acordo com o relatório do Instituto Internacional em Pesquisa e Política de Alimentação. Diversos países tentam ajudar financeiramente, porém o problema é de uma extenção que ajuda não é o bastante.

PROJETO SOCIAL BARBARA STRAUSS 1PROJETO SOCIAL BARBARA STRAUSS 4

CADA DIA É UMA NOVA CHANCE PARA MUDAR ALGO NA VIDA DAS PESSOAS.

INSCREVA-SE E CURTA NOSSO CANAL NO YOUTUBE  https://www.youtube.com/channel/UCm2LWH9vwSJKd1cIl8HkQMg

PROJETO SOCIAL FUNDAÇÃO CAFU  X  BARBARA STRAUSS.

PROJETO SOCIAL FUNDAÇÃO CAFU BARBARA STRAUSS 4PROJETO

ACREDITAM E PRATICAM  AMOR AO PRÓXIMO.

SABRINA SATO BARBARA STRAUSS 7SABRINA SATO BARBARA STRAUSS 2 ZILU CAMARGO BARBARA STRAUSSPROJETO SOCIAL BARBARA STRAUSS 5 NADJA HADAD BARBARA STRAUSSPROJETO SOCIAL BARBARA STRAUSS 7

 

 

Deixe um comentário

não é um endereço de e-mail válido. Required fields are marked *